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“Turbina” eólica sem hélices Vortex Bladeless

Já se encontra em testes uma turbina eólica, mas sem hélices… sim leu bem. Um gerador de eletricidade, que converte a força do vento, mas sem hélices! E segundo os seus criadores esta é uma alternativa de menores custos, uma menor necessidade de manutenção e também mais silencioso que os aerogeradores eólicos tradicionais.

Os primórdios desta tecnologia surgiram em 2016, tendo-se na altura falado de um inovador gerador eólico sem hélices, engrenagens ou mesmo eixos. E recentemente essa tecnologia saiu dos papéis e começou a ser testada… mas ainda muito longe de vir a ser comercializada.

Como funciona a turbina eólica sem hélices Vortex?

Vortex é o nome dado a este gerador sem hélices. É constituído por um cilindro fixo verticalmente, este oscila com a força do vento, e é através da vibração que a energia é captada. Nos aerogeradores eólicos com hélice a energia é captada através destas, que fazem girar o rotor e este transmite para o gerador.

A Vortex Bladeless, startup espanhola responsável pelo desenvolvimento deste gerador eólico sem hélices já veio explicar que “Não é na verdade uma turbina, pois não gira” e que na base da estrutura existe um alternador que converte o movimento em eletricidade.

Desenvolvimento da Vortex Bladeless

Desde 2016 que o projeto existe em papel, mas só agora foi possível desenvolver e testar, pois recebeu financiamento do programa europeu “Horizonte 2020”, que se trata de um programa de Pesquisa e Inovação da União Europeia.

Os testes de desenvolvimento foram realizados com 100 dispositivos, sendo que agora a empresa pretende iniciar uma fase beta de desenvolvimento com um dispositivo ainda mais pequeno, o Vortex Nano de apenas 85cm de altura! A aposta num dispositivo pequeno é apostar em aplicações de baixa potência e combinar com a energia solar!

Quando ao lançamento para o consumidor final, a empresa diz que ainda vai precisar de mais testes e certificações, mas em breve irão começar a testar em Espanha em habitações residenciais.

Vortex Bladeless diz ainda que o custo beneficio destes geradores eólicos são mais semelhantes aos painéis solares do que aos aerogeradores comuns!

Fonte: https://www.portal-energia.com/turbina-eolica-vortex-bladeless-sem-helices/

Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis

O Governo lançou agora um novo programa de incentivos cujo objetivo passa por reabilitar e tornar os edifícios energeticamente mais eficientes e, para isso, as obras podem ser comparticipadas até 70%, .

São elegíveis então pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes e ocupados, unifamiliares, de frações autónomas em edifícios multifamiliares ou de edifícios multifamiliares. Neste caso, construídos até ao final do ano de 2006.

A dotação deste Incentivo é de 1.750.000 € (um milhão setecentos e cinquenta mil euros) em 2020 e de 2.750.000 € (dois milhões setecentos e cinquenta mil euros) em 2021.

O prazo para apresentação das candidaturas ao Incentivo decorre desde o dia 7 de setembro de 2020 até às 23.59 h do dia 31 de dezembro de 2021 ou até esgotar a dotação prevista. As candidaturas são apresentadas ao Fundo Ambiental através do preenchimento do formulário disponível no sítio do Fundo Ambiental (https://www.fundoambiental.pt) dedicado à presente Iniciativa. A submissão do formulário preenchido deve ser acompanhada de todos os documentos solicitados.

O Programa de incentivos abrange todo o território de Portugal Continental.

https://www.fundoambiental.pt/avisos-2020/mitigacao-das-alteracoes-climaticas/programa-de-apoio-a-edificios-mais-sustentaveis.aspx

Leilão solar bate recorde mundial

O segundo leilão solar realizado pelo Governo, que decorreu esta segunda e terça-feira(24/25 Agosto 2020), vai gerar ganhos de 559 milhões de euros para o sistema elétrico nos próximos 15 anos. Segundo o Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, o leilão “foi um sucesso ainda maior” do que o primeiro concurso realizado no ano passado. 

O valor corresponde a um ganho de cerca de 833 mil euros por cada MW adjudicado, “o que representa um acréscimo de cerca de 80% face ao ganho unitário obtido no leilão de 2019”, no qual foram leiloados 1400 MW, com ganhos de 600 milhões de euros. 

“Batemos um novo recorde do mundo, que foi conseguido com um leilão transparente, usando mecanismos de mercado, e com uma concorrência muito superior à oferta disponível. Havia 35 concorrentes, o que correspondia a 10 vezes mais procura do que oferta, e foram muito mais longe nas licitações” face ao leilão anterior, ressalvou o ministro. 

O valor obtido neste leilão foi de 11,14 euros por MWh, ultrapassando o recorde batido no ano passado, que foi de 14,76 euros por MWh. O preço praticado no Mibel (mercado ibérico da energia elétrica) nos últimos meses oscilou entre os 40 e os 45 euros por MWh. 

Com estes leilões, concluiu o ministro, “estamos a criar as condições para chegar a 2030 garantindo que 80% da eletricidade que vamos consumir tem como origem fontes renováveis”. 

Fonte:(27/08/2020)

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/leilao-solar-bate-recorde-mundial-e-vai-gerar-ganhos-de-559-milhoes-de-euros

Tecnologias de energia 2030

O Fórum Económico Mundial reuniu especialistas de várias organizações, incluindo IEA, IRENA, BNEF e IHS Markit, fabricantes e outros líderes em energia para acordarem um rumo até 2030 para a energia eólica e a solar fotovoltaica . O grupo, analisou o desempenho passado, novos desenvolvimentos e outros fatores para chegar a uma previsão da provável evolução até 2030 da produção de energias acima citadas. Os especialistas prevêem ainda que as reduções de custos e as melhorias de desempenho continuarão nos próximos anos e que os custos da energia solar fotovoltaica diminuirão 50%, enquanto os custos da energia eólica onshore e offshore cairão 25 e 50%, respectivamente, impulsionados por melhorias tecnológicas e economias de escala.

https://energycentral.com/system/files/ece/nodes/435504/wef_future_of_electricity_wind_and_solar.pdf

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Vodafone 100% renovável na Europa

A Vodafone anunciou recentemente que irá operar a sua rede europeia com electricidade 100% renovável até julho de 2021 – quatro anos antes do previsto. A mudança, que afectará 11 mercados em toda a Europa, significa que a energia usada na empresa virá exclusivamente de fontes eólica, solar ou hídrica.

A gigante das telecomunicações, que se tinha comprometido a ter uma ‘Green Gigabit Net’ até 2025, também se comprometeu a ajudar seus clientes empresariais a reduzir suas emissões de carbono em 350 milhões de toneladas até 2030.

Nick Read, CEO do Grupo Vodafone, disse: “Mais do que nunca, milhões de pessoas em todo o mundo confiam na Vodafone para se conectarem. À medida que a sociedade se reconstrói e se recupera da crise do COVID-19, temos a oportunidade de reformular nosso futuro de forma sustentável para garantir que a recuperação não aconteça á custa do ambiente.”

“A nossa mudança acelerada para electricidade 100% renovável nas nossas redes europeias mudará a forma como alimentamos nossa tecnologia para sempre – reduzindo nossa dependência de combustíveis fósseis, ajudando nossos clientes a gerir os seus recursos de forma mais eficaz e a reduzir as suas emissões de carbono, ajudando ao mesmo tempo a criar um planeta mais saudável para todos. ”

No ano passado, a empresa de telecomunicações comprometeu-se a comprar toda a electricidade de fontes renováveis e reduzir para metade a sua pegada ecológica até 2025, bem como reutilizar, revender ou reciclar 100% de seus resíduos de rede.

A nova meta para 2021, definida pela Vodafone, foi desenvolvida juntamente com especialistas em carbono e sustentabilidade, do Carbon Trust.

Tom Delay, CEO do The Carbon Trust, disse: “Temos trabalhado em estreita colaboração com a Vodafone na sua agenda de sustentabilidade desde 2010 e, nos últimos sete anos, na quantificação do impacto do carbono dos produtos e serviços da Vodafone.

“Há uma oportunidade crescente e importante para o sector das TIC desenvolver e habilitar novas soluções que ajudem a impulsionar a descarbonização. Este objectivo representa um nível muito alto de ambição para a Vodafone de continuar a conduzir esta estratégia, desenvolvendo ainda mais a sua IoT(Internet das Coisas) e outros serviços, e envolvendo os seus clientes empresariais. ”

https://www.vodafone.com/news-and-media/vodafone-group-releases/news/vodafone-european-network-to-go-100-percent-green

Novas etiquetas energéticas de eletrodomésticos

Novas etiquetas energéticas de eletrodomésticos Blog GVE Gestor Virtual de Energia

Novas etiquetas de eficiência energética de eletrodomésticos serão introduzidas gradualmente durante os próximos anos conforme os regulamentos específicos da União Europeia

A etiqueta de eficiência energética de eletrodomésticos e outros produtos relacionados com energia constitui, desde a década de 90, uma das ferramentas mais conhecidas dos consumidores para o apoio no processo de escolha de novos produtos.

Concebida inicialmente com uma escala energética entre A e G, a evolução tecnológica dos produtos ao longo dos anos tornou necessário ajustar esta escala, introduzindo as classes A+, A++ e A+++, para dar resposta à presença no mercado de produtos mais eficientes. No entanto, este acrescento de classes esgotou o seu potencial, não sendo neste momento facilmente percetível para o consumidor a efetiva diferença entre classes, nem a mais valia de um produto de classe A face aos de classes A adicionais.

Para apoiar a implementação do Regulamento (UE) 2017/1369, a ADENE lançou o site https://www.novaetiquetaenergetica.pt/ , disponibilizando informação sobre a entrada em vigor da nova etiqueta de eficiência energética de eletrodomésticos e outros produtos relacionados com energia.

Fonte: https://www.adene.pt/a-etiqueta-energetica-de-eletrodomesticos-esta-a-mudar/

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