Questões energéticas na sustentabilidade da Terra

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Questões energéticas na sustentabilidade da terra

A nível mundial, as fontes de energia fósseis são as mais utilizadas. A sua utilização começou no século XVIII com a utilização carvão. Mais tarde, o uso de petróleo, gás natural e urânio.

 

O crescimento demográfico, a industrialização e o desenvolvimento económico e tecnológico têm tornado as exigências elétricas cada vez maiores. As matérias-primas fósseis, como o petróleo, têm sido cada vez mais utilizadas, o que está a originar a sua escassez. Apesar disso,  a utilização de fontes renováveis também está a crescer.

 

Esta dependência de combustíveis fósseis e os seus desequilíbrios das suas reservas têm levado vários cientistas de todos os países do mundo à procura de novos recursos energéticos.

 

Portugal é um país com muita dependência do exterior no que diz a combustíveis fósseis. Apesar disso, Portugal encontra-se numa posição geográfica incrível para ter um bom aproveitamento de energia eólica, utilizada na produção de energia elétrica. O mesmo se aplica á energia solar.

No Alentejo, Portugal possui duas das maiores centrais solares do mundo. A construção de barragens também tem crescido.

 

Apoio financeiro às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica.

Apoio financeiro às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica.

Despacho n.º 5380/2021 (IIª Série DR), de 28 de maio

Ambiente e Ação Climática – Gabinete do Ministro

O Decreto-Lei n.º 39/2010, de 26 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 90/2014, de 11 de junho, veio estabelecer o regime jurídico da mobilidade elétrica, aplicável à organização, acesso e exercício das atividades relativas à mobilidade elétrica, em linha com os objetivos da  descarbonização e da melhoria do desempenho ambiental do setor dos transportes terrestres, preconizados pela Diretiva 2014/94/UE do Parlamento Europeu e do Conselho.

Por sua vez, o Regulamento n.º 879/2015, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) a 22 de dezembro de 2015, criou as condições técnicas e procedimentos para que se procedesse ao início da abertura do mercado de comercialização de energia para a mobilidade elétrica e o Regulamento n.º 854/2019, aprovado pela ERSE a 10 de outubro de 2019, veio revogar o anterior, densificando e simplificando várias matérias do modelo regulamentar e do relacionamento contratual entre os vários agentes. Mais recentemente, a Diretiva n.º 8/2020, de 28 de maio, aprovada pela ERSE, veio aprovar as condições gerais do contrato de adesão à rede de mobilidade elétrica e a metodologia de cálculo das garantias a prestar junto da Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (EGME).

Neste enquadramento, procedeu-se à abertura do mercado, o que veio a acontecer, de forma faseada, entre novembro de 2018 e julho de 2020, altura em que passaram a ser pagos pelos utilizadores de veículos elétricos (UVE) todos os carregamentos em pontos integrados na rede de mobilidade elétrica. A mobilidade elétrica encontra-se ainda numa fase inicial, embora com um crescimento acentuado ao longo dos últimos anos, fruto das políticas de incentivo à aquisição e utilização de veículos elétricos implementadas pelo Governo. Neste âmbito, o Governo considerou
necessário que, numa fase transitória, haja uma cobertura parcial dos custos incorridos na utilização de veículos elétricos, através de fundos públicos, tornando ainda mais atrativa a utilização de veículos elétricos e evitando-se, assim, subsidiações cruzadas com os restantes clientes do Setor Elétrico Nacional.


Neste contexto, desde 2018 que o Governo elegeu o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) para assegurar o financiamento para a cobertura parcial dos custos incorridos pela utilização da rede de mobilidade elétrica pelos utilizadores de veículos elétricos. Desde 2018, o apoio financeiro suportou um desconto aplicável às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica aprovadas pela ERSE.


Com o objetivo de fomentar a mobilidade elétrica foi renovado, através do Despacho n.º 3636/2019, de 21 de março, do Secretário de Estado da Energia, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 64, de 1 de abril de 2019, o apoio financeiro pelo FAI à EGME. Este apoio manteve-se ao longo do ano de 2020.


Tendo a ERSE procedido à publicação das tarifas e preços para a energia elétrica e outros serviços em 2021, importa agora atualizar os valores do apoio (desconto) a aplicar às tarifas de acesso às redes para a mobilidade elétrica e proceder a um conjunto de alterações que simplifiquem os procedimentos de operacionalização dos descontos, nomeadamente, o fluxo de informação e a periodicidade aplicável a cada uma das entidades envolvidas – a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Fundo de Apoio à Inovação (FAI), a Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (EGME), os Comercializadores de Energia para a Mobilidade Elétrica (CEME) e os utilizadores dos veículos elétricos (UVE).

Assim, determino o seguinte:

1 – O apoio financeiro do FAI à EGME, aprovado pelo Despacho n.º 3636/2019, de 1 de abril, mantém-se no decorrer de 2020, aplicando-se os valores e procedimentos aí previstos.
2 – A aprovação de apoio financeiro pelo FAI aos CEME para cobertura parcial dos custos associados com a utilização das redes do setor elétrico pela mobilidade elétrica para o ano de 2021.
3 – Este apoio financeiro pelo FAI aos CEME traduz-se num desconto aplicável às tarifas de acesso às redes para a mobilidade elétrica, por nível de tensão e opção tarifária.
4 – O apoio financeiro nos termos do número anterior assume os valores apresentados no quadro seguinte:
Desconto a aplicar às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica em 2021

5 – Os CEME devem repercutir o desconto recebido nas faturas dos UVE da sua carteira, identificando-o claramente e de forma inequívoca.
6 – A EGME deve enviar ao FAI, com conhecimento dos vários CEME, até ao dia 15 do primeiro mês de cada trimestre (trimestre n), a informação relativa a:
a) Número de carregamentos e energia consumida pelos clientes de cada CEME, relativa ao trimestre anterior (trimestre n-1), desagregada por níveis de tensão, períodos horários e por opções tarifárias para as tarifas de acesso às redes definidas para a mobilidade elétrica;
b) Eventuais acertos, relativos a meses anteriores, resultantes da consolidação de informação relativa ao consumo de energia para a mobilidade elétrica;
c) Valor global do apoio financeiro a entregar pelo FAI a cada um dos CEME.
7 – Caso os CEME não estejam de acordo com os valores enviados pela EGME, devem, no prazo de 10 dias úteis, apresentar reclamação junto da EGME, dando conhecimento ao FAI.
8 – A EGME deverá avaliar as reclamações apresentadas no prazo de 10 dias úteis, dando conhecimento aos CEME e ao FAI da sua decisão e enviando novos valores ao FAI, caso se justifique.
9 – O FAI deve transferir para cada um dos CEME o apoio financeiro até ao último dia do terceiro mês do trimestre n.
10 – A EGME deve dar conhecimento à DGEG da informação enviada ao FAI e prevista nos números anteriores.
11 – É revogado o Despacho n.º 3636/2019, de 1 de abril.
12 – O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos a partir de 1 de janeirode 2021.

20 de maio de 2021. – O Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Soeiro de Matos Fernandes.

Programa Edifícios + Sustentáveis regressa no verão de 2021

Edifícios + Sustentáveis tem dotação sete vezes superior do que no ano passado

A nova edição do programa Edifícios + Sustentáveis regressa no verão de 2021, depois de no ano passado ter sido um sucesso. Serão assim mais 30 milhões de euros para tornar as casas mais eficientes, com recurso a janelas eficientes e painéis solares.

Esta segunda edição do programa Edifícios + Sustentáveis regressa com o apoio de Bruxelas, que dotou o programa com uma capacidade sete vezes superior à primeira edição!

Candidaturas programa Edifícios + Sustentáveis

As novas candidaturas ao programa para as famílias investirem em janelas eficientes e painéis solares estavam previstas para março de 2021, mas apenas deverão avançar no verão! Quem o disse foi João Galamba, Secretário de Estado da Energia.

A primeira edição viu o orçamento de 8,5 milhões de euros esgotados até ao último cêntimo. Inicialmente foram previstos 4,5 milhões até final de 2020 e 4 milhões para início de 2021.

Mas agora os apoios serão bem superiores, cerca de sete vezes superiores, para isso, contamos com o investimento de Bruxelas! Através do Plano de Recuperação e Resiliência, teremos assim um total de 30 milhões de euros para as famílias portuguesas melhorarem a eficiência energética das suas casas!

Financiamento programa eficiência energética

A inclusão deste programa de melhoria da eficiência energética da casa dos portugueses já estava prevista no primeiro Plano de Recuperação e Resiliência dado a conhecer em outubro de 2020, na altura com uma dotação de 620 milhões de euros.

Na altura, João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), tinha dado a conhecer a iniciativa. Sabendo-se agora que cerca de metade, 300 milhões, irão ser destinados a edifícios residenciais, sendo que no verão de 2021 a primeira tranche servirá para apoiar as famílias com cerca de 30 milhões de euros.

A taxa de comparticipação dos investimentos irá manter-se nos 70% nesta segunda edição do Programa Edifícios + Sustentáveis.

Mas agora há que contar com uma verba extraordinária de 5 milhões de euros para quem pretenda instalar painéis fotovoltaicos, baterias ou outros sistemas de armazenamento, desde que cumpra com as novas comunidades de energia que o Governo pretende promover.

Assim, além das famílias, também as Câmaras Municipais podem concorrer, caso tenham comunidades de energia em bairros sociais!

https://www.portal-energia.com/edificios-sustentaveis/

Inédito: Energias renováveis ultrapassaram combustíveis fósseis na UE

Os países da Europa têm apostado bastante em energias renováveis. Portugal é um desses exemplos tendo até batido recentemente o recorde na produção de energia sem carvão. O sistema elétrico nacional esteve 111 horas sem usar a produção térmica clássica.

Notícias recentes revelam que, na União Europeia, o consumo de energias renováveis ultrapassou a energia produzida por combustíveis fósseis.

As energias renováveis geraram 38% da eletricidade da Europa

As energias renováveis ultrapassaram os combustíveis fósseis como principal fonte de eletricidade da UE pela primeira vez em 2020. As energias renováveis geraram 38% da eletricidade na Europa, ultrapassando os 37% do mercado gerado pelos combustíveis fósseis.

O estudo revelou que a eletricidade da Europa é 29% mais limpa do que em 2015. Isso de acordo com um novo estudo “The European Power Sector in 2020” realizado pelas Think tanks Ember e Agora Energiewende.

Os dados agora revelados foram impulsionados pela geração de energia eólica e solar que quase duplicou desde o ano de 2015 para fornecer 20% da eletricidade da UE em 2020. As maiores participações de energia eólica e solar ocorreram na Dinamarca (61%), Irlanda (35%), Alemanha (33%), e Espanha (29%).

Em contraste, a energia a carvão caiu bastante desde 2015. Em 2020, a geração de carvão caiu 20% para fornecer apenas 13% da eletricidade da Europa. Em comparação, a geração de gás caiu apenas 4% em 2020. Um preço robusto do carbono significava que a geração de gás era a forma mais barata de geração de combustível fóssil.

A procura de eletricidade na Europa caiu 4% em 2020, atingindo níveis mínimos em abril no pico dos bloqueios de COVID-19. O aumento das energias renováveis foi “robusto” apesar da pandemia, enquanto a queda dos combustíveis fósseis foi limitada por uma recuperação na procura e geração nuclear abaixo da média.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/informacao/inedito-energias-renovaveis-ultrapassaram-combustiveis-fosseis-na-ue/

Primeiro hotel com pegada energética positiva chega à Noruega em 2022

Hotel vista

O primeiro hotel do mundo com uma pegada energética positiva – ou seja, que produz mais energia do que aquela que consome – vai abrir junto à localidade norueguesa de Rødøy, no Círculo Polar Árctico, em 2022. O futuro Svart terá uma estrutura circular e irá flutuar sobre palafitas de forma a misturar-se com os arredores.

Já está a ser construído e utiliza materiais locais tendo como prioridade a sustentabilidade. Segundo a equipa responsável pelo projecto, “o Svart irá economizar 85 por cento de seu consumo anual de energia e recolher energia solar suficiente para cobrir as actividades do hotel, incluindo o transporte de barco e a energia necessária para construir o edifício”.

O Svart terá cerca de 100 quartos que, graças ao seu design circular, terão uma vista majestosa para o fiorde, uma grande entrada de mar entre altas montanhas rochosas. Os hóspedes terão à sua disposição um centro de educação e um laboratório de design, além de um par de barcos eléctricos. Haverá também quatro restaurantes com ingredientes produzidos numa quinta nas redondezas. 

Para relaxar, o hotel irá dispor de um spa interno e externo com terapia de som, crioterapia e tratamentos de inspiração nórdica, além de aulas de yoga. Para os que mais aventureiros, haverá actividades como escalada no gelo, observação da vida selvagem e ainda mergulho ou pesca.

Fonte: https://www.timeout.pt/porto/pt/noticias/primeiro-hotel-com-pegada-energetica-positiva-chega-a-noruega-em-2022-120620?utm_term=Autofeed&utm_medium=Social&utm_source=Facebook&cid=%7Eporto%7Enatsoc%7Efacebook%7Eechobox#Echobox=1608579366

Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis

O Governo lançou agora um novo programa de incentivos cujo objetivo passa por reabilitar e tornar os edifícios energeticamente mais eficientes e, para isso, as obras podem ser comparticipadas até 70%, .

São elegíveis então pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes e ocupados, unifamiliares, de frações autónomas em edifícios multifamiliares ou de edifícios multifamiliares. Neste caso, construídos até ao final do ano de 2006.

A dotação deste Incentivo é de 1.750.000 € (um milhão setecentos e cinquenta mil euros) em 2020 e de 2.750.000 € (dois milhões setecentos e cinquenta mil euros) em 2021.

O prazo para apresentação das candidaturas ao Incentivo decorre desde o dia 7 de setembro de 2020 até às 23.59 h do dia 31 de dezembro de 2021 ou até esgotar a dotação prevista. As candidaturas são apresentadas ao Fundo Ambiental através do preenchimento do formulário disponível no sítio do Fundo Ambiental (https://www.fundoambiental.pt) dedicado à presente Iniciativa. A submissão do formulário preenchido deve ser acompanhada de todos os documentos solicitados.

O Programa de incentivos abrange todo o território de Portugal Continental.

https://www.fundoambiental.pt/avisos-2020/mitigacao-das-alteracoes-climaticas/programa-de-apoio-a-edificios-mais-sustentaveis.aspx

4 atitudes por um trânsito mais sustentável

Carros

4 atitudes por um trânsito mais sustentável

Carros elétricos são a grande promessa por um mundo motorizado mais sustentável, mas até que sejam acessíveis, temos dicas que podem contribuir para uma menor pegada ambiental na locomoção diária!

1 – Ouça seu motor

Quanto maior a rotação do veículo, maior o consumo de combustível e, consequente, maior emissão de poluentes. Evite acelerações bruscas e opte por uma rotação menor em marcha mais alta à uma rotação maior em marcha baixa (caso a velocidade desejada esteja no limiar entre duas marchas).

2 – Mantenha a manutenção em dia

Seguir as orientações do fabricante são sempre uma ótima ideia, e não apenas para manter o carro sem barulhos, por exemplo, embora poluição sonora não seja legal, mas também para garantir a segurança dos passageiros e uma boa queima de combustíveis. Além das grandes lojas, você pode conseguir peças automotivas por ótimos preços, por exemplo, neste site www.lojapecasauto.pt

Veículos desregulados ou sem boa manutenção consomem mais e podem emitir poluentes menos filtrados. E fique de olho também no alinhamento do veículo e no conjunto de suspensão e amortecimento para promover uma maior durabilidade dos pneus.

3 – Evite o ar condicionado

Em dias de muito calor é quase inevitável, mas em dias mais amenos, será que não é uma boa opção trocar o ar condicionado por ligar apenas o “ventilador” ou abrir as janelas? Manter o ar ligado aumenta o consumo de combustível em 20% na média, então pensar nisso vai ser bom para o meio ambiente e para seu bolso.

4 – Dê carona e pegue carona

Um dos maiores vilões da sustentabilidade automotiva são os veículos com apenas uma pessoa. O ideal são os transportes coletivos, como metrôs, trens, ônibus e vans, mas se for realmente necessário se deslocar de carro, procure pessoas que façam trajeto similar ao seu para reduzir o número de veículos no trânsito.

Existem inclusive aplicativos como o Waze Carpool que organizam isso de forma bem fácil: tanto motoristas quanto passageiros definem seus endereços de residência e trabalho e o aplicativo mostra para os dois lados as pessoas que tem trajeto similar. Assim elas podem combinar de ir juntos e ainda é feita uma divisão de custos, por exemplo, uma carona pode custar entre R$ 2 e R$ 10 a depender da distância. Cadastrando por este link você recebe R$ 30 de créditos para começar a usar.

Fonte: http://eco4planet.com/blog/4-atitudes-por-um-transito-mais-sustentavel/

11 dicas para economizar energia elétrica

Economizar energia elétrica

11 Dicas para economizar energia elétrica

Dicas para ajudar a economizar energia:

  1. No inverno, há menos horas de luz solar. Por isso, é preciso ter cuidado para não desperdiçar energia com a iluminação. Substitua as lâmpadas incandescentes e fluorescentes por lâmpadas de LED. Você sabia que uma LED dura em média 16 anos, cinco vezes mais que uma lâmpada fluorescente compacta? Isso significa que, em um período de 16 anos, será necessário trocar as lâmpadas de LED apenas uma vez, contra cinco trocas das lâmpadas fluorescentes.
  2. Ao sair de um ambiente, não se esqueça de apagar a luz. É importante ressaltar que esta prática vai além da economia de energia, pois também aumenta a vida útil das lâmpadas.
  3. O chuveiro elétrico costuma ser o maior consumidor de energia de uma casa. Por isso, apesar da tentação, evite banhos longos. Uma pequena mudança de comportamento faz a diferença: se cada um dos brasileiros diminuísse em apenas um minuto o seu tempo diário de banho no chuveiro elétrico, a energia economizada em um ano equivaleria a mais de 10 dias de operação da usina de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do Brasil, em sua geração máxima.
  4. Não deixe a TV ligada à toa. Se todos os brasileiros desligarem uma TV uma hora por semana, a eletricidade economizada em um mês seria suficiente para abastecer o consumo de energia mensal das cidades de Votuporanga e Registro (SP), com seus quase 148 mil habitantes.
  5. Desligue o computador quando ele não estiver em uso. Muita gente tem o hábito de deixar estes equipamentos de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, ou, simplesmente, por comodidade. A recomendação é desligar o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilização. O monitor deve ser desligado a partir de 15 minutos sem utilizar.
  6. Evite abrir a porta da geladeira à toa, pois o ar quente entra e o motor do equipamento é obrigado a gastar mais energia para resfriá-la novamente. Na hora de colocar ou retirar os alimentos, faça tudo de uma só vez. E não guarde alimentos e recipientes quentes na geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia.
  7. Verifique se a borracha da porta da geladeira está em boas condições, pois ela isola o interior do refrigerador e evita maior consumo de eletricidade.
  8. Acumule o máximo de peças possível para usar a máquina de lavar (desde que respeitando a capacidade da máquina, é claro). Isso ajuda a economizar energia e água.
  9. Pendure em cabides as camisetas, camisas e blusas, para que elas sequem e desamassem naturalmente. Dependendo do tipo de tecido, a peça pode até dispensar o ferro de passar e ir direto ao guarda-roupa
  10. Junte também o máximo de peças para passar de uma só vez. Antes de ligar o ferro, separe as roupas por tipo de tecido – alguns exigem temperatura mais alta, outros exigem temperatura mais baixa. Comece com as roupas que exigem temperatura mais baixa, depois aumente a temperatura e passe as roupas de algodão.
  11. Ao comprar um eletrodoméstico, procure o selo Procel ou etiqueta do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) com classificação A, que indicam os mais econômicos.

    Excerto:http://eco4planet.com/blog/dicas-economizar-energia-inverno-lampadas-de-led/