8 de Junho Dia Mundial dos Oceanos

Dia Mundial dos Oceanos

Todos os anos a celebração deste dia é acompanhada por um evento temático.
Em 2021, o tema é “The Ocean: Life and Livelihoods” e faz alusão ao Oceano como fonte de vida essencial.
Foi proclamado o Dia Mundial dos Oceanos através da Resolução 63/111 adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 5 de dezembro de 2008.

O “novo normal” da IEA significa que 90% do investimento em energia pós-Covid será em energias renováveis

Uma confirmação adicional – se necessária – de que o futuro da energia do planeta é verde, é feita pela Agência Internacional de Energia(IEA).

Até 90% dos investimentos futuros em equipamentos de geração serão direcionados para energias renováveis, uma tendência acelerada pelo bloqueio do coronavírus no mundo, prevê o órgão das Nações Unidas.

Essa tendência já é evidente. No ano passado, a nova capacidade instalada de fontes renováveis ​​aumentou 45%, o maior salto anual desde 1999, diz o relatório da IEA. Em todo o mundo, o comissionamento previsto para 2021 de renováveis é de 270 GW, apenas ligeiramente abaixo do realizado em 2020.

A aceleração do mundo em direção à eletricidade com baixas emissões é estonteante. Levando a IEA a reavaliar por alto em 25% as suas previsões de energia limpa divulgadas em novembro de 2020, três fatores predominam:

  • Reconhecimento dos governos sobre a emergência climática
  • adoção de leilões invertidos de energia limpa e preços de mercado em queda,
  • Corporações que assinam PPAs fornecidos predominantemente a preços que as fontes tradicionais não podem igualar

A energia solar fotovoltaica tornou-se o “novo rei” da eletricidade global, de acordo com a IEA. As adições de PV chegarão a mais de 160 GW em 2022.

Para o vento, as novas adições aos parques de turbinas do planeta quase dobraram no ano passado, para 114 GW. O aumento pode diminuir durante 2021 e 2022, mas ficará até 50% acima das taxas de acumulação offshore e onshore pré-coronavírus.

A aceleração das energias renováveis ​​pressiona os governos para que fortaleçam as redes de distribuição existentes, observa a IEA. Em 2019, a Rede de transmissão elétrica do Reino Unido comprometeu-se a gastar 7,4 bilhões de libras até de 2027 na atualização das suas redes.

“As energias eólica e solar estão a dar-nos mais motivos para sermos otimistas sobre nossos objetivos climáticos, pois elas quebram recorde atrás de recorde”, comentou o diretor-geral executivo da IEA, Fatih Birol.

“No ano passado, o aumento da capacidade renovável foi responsável por 90% de toda a expansão do setor de energia global”.

“Uma expansão massiva da eletricidade limpa é essencial para dar ao mundo uma chance de atingir as suas metas de electricidade zero”, acrescentou Birol ‘.

Provavelmente a mudança das economias mais avançadas para a energia verde será a nova meta de redução de emissões do presidente Biden nos Estados Unidos. Ainda perante do Congresso, os números da nova administração não estão incluídos nas estimativas de hoje da IEA.

O relatório da IEA está aqui.

https://theenergyst.com/the-future-is-here-ieas-new-normal-means-90-of-post-covid-power-investment-will-be-in-renewables/

5 de Junho Dia Mundial do Ambiente

O que é que podemos fazer para ajudar a preservar o meio ambiente?

Sozinhos não conseguimos salvar o planeta, mas se todos fizermos pequenos gestos que ajudam a preservar o meio ambiente, já estamos a contribuir para que a Terra seja um melhor planeta para as futuras gerações.

Aqui ficam algumas sugestões:
– Preservar as matas, pois nas épocas de maior calor são afetadas pelos fogos. É importante ter cuidado, especialmente nessa altura, de não fazer queimadas e manter as matas limpas.

– Cuidar dos rios, lagos e mar, tendo o cuidado de nunca deitar lixo nestes locais.- Cuidar dos animais, das plantas e dos jardins.

– Nunca pescar em épocas de reprodução e ter o cuidado de pescar apenas a quantidade permitida. É importante também não realizar caça ilegal.

– Proteger os animais selvagens e as espécies em vias de extinção.

– Nunca deitar lixo no chão e sempre que for possível reciclar, reutilizar e reaproveitar.

– Quando fores à praia, não deixes lixo. Podes ajudar a mantê-la limpa deitando fora algum do lixo que lá foi deixado.

– Reduzir o consumo de água utilizando métodos como diminuir o tempo do banho e armazenar a água da chuva, reaproveitando-a para regar as plantas.

– Evitar o consumo excessivo de eletricidade, desligando sempre os aparelhos elétricos que não estejas a utilizar e desligar as luzes das divisões da casa em que não esteja ninguém.

Se tiveres mais sugestões para ajudar a preservar o meio ambiente, escreve nos comentários.
fonte:https://blog.science4you.pt/curiosidades/dia-mundial-meio-ambiente/

Apoio financeiro às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica.

Apoio financeiro às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica.

Despacho n.º 5380/2021 (IIª Série DR), de 28 de maio

Ambiente e Ação Climática – Gabinete do Ministro

O Decreto-Lei n.º 39/2010, de 26 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 90/2014, de 11 de junho, veio estabelecer o regime jurídico da mobilidade elétrica, aplicável à organização, acesso e exercício das atividades relativas à mobilidade elétrica, em linha com os objetivos da  descarbonização e da melhoria do desempenho ambiental do setor dos transportes terrestres, preconizados pela Diretiva 2014/94/UE do Parlamento Europeu e do Conselho.

Por sua vez, o Regulamento n.º 879/2015, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) a 22 de dezembro de 2015, criou as condições técnicas e procedimentos para que se procedesse ao início da abertura do mercado de comercialização de energia para a mobilidade elétrica e o Regulamento n.º 854/2019, aprovado pela ERSE a 10 de outubro de 2019, veio revogar o anterior, densificando e simplificando várias matérias do modelo regulamentar e do relacionamento contratual entre os vários agentes. Mais recentemente, a Diretiva n.º 8/2020, de 28 de maio, aprovada pela ERSE, veio aprovar as condições gerais do contrato de adesão à rede de mobilidade elétrica e a metodologia de cálculo das garantias a prestar junto da Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (EGME).

Neste enquadramento, procedeu-se à abertura do mercado, o que veio a acontecer, de forma faseada, entre novembro de 2018 e julho de 2020, altura em que passaram a ser pagos pelos utilizadores de veículos elétricos (UVE) todos os carregamentos em pontos integrados na rede de mobilidade elétrica. A mobilidade elétrica encontra-se ainda numa fase inicial, embora com um crescimento acentuado ao longo dos últimos anos, fruto das políticas de incentivo à aquisição e utilização de veículos elétricos implementadas pelo Governo. Neste âmbito, o Governo considerou
necessário que, numa fase transitória, haja uma cobertura parcial dos custos incorridos na utilização de veículos elétricos, através de fundos públicos, tornando ainda mais atrativa a utilização de veículos elétricos e evitando-se, assim, subsidiações cruzadas com os restantes clientes do Setor Elétrico Nacional.


Neste contexto, desde 2018 que o Governo elegeu o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) para assegurar o financiamento para a cobertura parcial dos custos incorridos pela utilização da rede de mobilidade elétrica pelos utilizadores de veículos elétricos. Desde 2018, o apoio financeiro suportou um desconto aplicável às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica aprovadas pela ERSE.


Com o objetivo de fomentar a mobilidade elétrica foi renovado, através do Despacho n.º 3636/2019, de 21 de março, do Secretário de Estado da Energia, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 64, de 1 de abril de 2019, o apoio financeiro pelo FAI à EGME. Este apoio manteve-se ao longo do ano de 2020.


Tendo a ERSE procedido à publicação das tarifas e preços para a energia elétrica e outros serviços em 2021, importa agora atualizar os valores do apoio (desconto) a aplicar às tarifas de acesso às redes para a mobilidade elétrica e proceder a um conjunto de alterações que simplifiquem os procedimentos de operacionalização dos descontos, nomeadamente, o fluxo de informação e a periodicidade aplicável a cada uma das entidades envolvidas – a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Fundo de Apoio à Inovação (FAI), a Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica (EGME), os Comercializadores de Energia para a Mobilidade Elétrica (CEME) e os utilizadores dos veículos elétricos (UVE).

Assim, determino o seguinte:

1 – O apoio financeiro do FAI à EGME, aprovado pelo Despacho n.º 3636/2019, de 1 de abril, mantém-se no decorrer de 2020, aplicando-se os valores e procedimentos aí previstos.
2 – A aprovação de apoio financeiro pelo FAI aos CEME para cobertura parcial dos custos associados com a utilização das redes do setor elétrico pela mobilidade elétrica para o ano de 2021.
3 – Este apoio financeiro pelo FAI aos CEME traduz-se num desconto aplicável às tarifas de acesso às redes para a mobilidade elétrica, por nível de tensão e opção tarifária.
4 – O apoio financeiro nos termos do número anterior assume os valores apresentados no quadro seguinte:
Desconto a aplicar às tarifas de acesso às redes da mobilidade elétrica em 2021

5 – Os CEME devem repercutir o desconto recebido nas faturas dos UVE da sua carteira, identificando-o claramente e de forma inequívoca.
6 – A EGME deve enviar ao FAI, com conhecimento dos vários CEME, até ao dia 15 do primeiro mês de cada trimestre (trimestre n), a informação relativa a:
a) Número de carregamentos e energia consumida pelos clientes de cada CEME, relativa ao trimestre anterior (trimestre n-1), desagregada por níveis de tensão, períodos horários e por opções tarifárias para as tarifas de acesso às redes definidas para a mobilidade elétrica;
b) Eventuais acertos, relativos a meses anteriores, resultantes da consolidação de informação relativa ao consumo de energia para a mobilidade elétrica;
c) Valor global do apoio financeiro a entregar pelo FAI a cada um dos CEME.
7 – Caso os CEME não estejam de acordo com os valores enviados pela EGME, devem, no prazo de 10 dias úteis, apresentar reclamação junto da EGME, dando conhecimento ao FAI.
8 – A EGME deverá avaliar as reclamações apresentadas no prazo de 10 dias úteis, dando conhecimento aos CEME e ao FAI da sua decisão e enviando novos valores ao FAI, caso se justifique.
9 – O FAI deve transferir para cada um dos CEME o apoio financeiro até ao último dia do terceiro mês do trimestre n.
10 – A EGME deve dar conhecimento à DGEG da informação enviada ao FAI e prevista nos números anteriores.
11 – É revogado o Despacho n.º 3636/2019, de 1 de abril.
12 – O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos a partir de 1 de janeirode 2021.

20 de maio de 2021. – O Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Soeiro de Matos Fernandes.

Afinal quanto custa em média carregar um carro elétrico em Portugal?

A pandemia por COVID-19 veio prejudicar bastante as vendas do segmento automóvel. No entanto, no segmento dos elétricos, houve até um ligeiro crescimento. As tendências e as próprias ofertas têm ajudado ao crescimento.

Mas afinal quanto custa em média carregar um carro elétrico na Europa? E em Portugal?

Em 2020, os carros elétricos representavam 10,5% do total de matrículas na Europa, um aumento significativo em relação a 2019, quando representavam apenas 3%. O caminho do segmento automóvel parece ser mesmo elétrico e nos últimos tempos têm sido criadas várias infraestruturas para dar suporte a esta “nova era”.

Quanto custa carregar um carro elétrico em Portugal?

O site electromaps disponibilizou recentemente uma tabela com o preço médio de carregamento de um carro elétrico. logicamente que tal resposta depende da capacidade da bateria. Para o estudo realizado, foi usado um carro elétrico com uma bateria de 60 kWh.(290-380 km de autonomia)

Com esta capacidade (aproximada) temos, por exemplo, um VW ID.3 de 58 kWh ou o Hyundai KAUAI e Kia e-Niro com 64 kWh bateria.

Como se pode ver pela imagem seguinte, o preço médio para carregar na totalidade um veículo elétrico com uma bateria de 60 kWh custa cerca de 13,25 euros. Portugal não é dos países mais caros, pois à frente tem países como a Alemanha (19,02€), Dinamarca (17,71), Espanha (13,99 euros), etc. Mas também há países mais baratos, dentro da mesma “faixa” como França (11,87€), Suécia (11,41 €) e Holanda (8,92€).

Os mais baratos são mesmo a Ucrânia (2,91€), a Sérvia (4,61 €), a Macedónia (4,89 €) entre outros.

Tendo em conta a comparação de 38 países, Portugal aparece quase no final da tabela, como sendo um dos mais caros para se carregar um veículo elétrico.

Esta diferença de preços dos 38 países que compõem a lista deve-se a diversos motivos, como a situação política, a situação energética, a origem da energia, o custo da energia, as condições meteorológicas, os impostos, os salários. Ou mesmo a capacidade de recarregar em casa ou no trabalho, entre outros fatores.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/motores/afinal-quanto-custa-em-media-carregar-um-carro-eletrico-em-portugal/

Produção de baterias Volkswagen pode vir a ter fábrica em Portugal

Há coisa de um ano a Volkswagen anunciou o arranque de uma fábrica piloto para produção de baterias na Alemanha, em Salzgitter. Um investimento superior a 100 milhões de euros, canalizados principalmente para a investigação e desenvolvimento.

Um investimento que irá também permitir cumprir com a promessa feita no Power Day VW de reduzir para metade o preço das baterias dos elétricos daqui a dois anos.

Mas o plano passou sempre por nas imediações dessa fábrica de desenvolvimento de células para baterias, erguer um outro complexo de fábricas, em parceria com os suecos da Northvolt, os mesmo em quem a VW já investiu 900 milhões de euros, mas que também lidam com outros construtores, como a BMW, e com quem assinaram um contrato no valor de 1.7 mil milhões de euros para produzir baterias em Skelleftea, Suécia.

Agora, a parceria entre a VW e a Sueca vai dar frutos, com a produção a iniciar-se em 2023 e a ser orientada em conjunto com a VW, que irá concentrar a maior parte da produção! As duas empresas reviram o objetivo inicial, pois a ideia era arrancar ainda em 2021 com uma produção anual de 40GWh, mas o prazo acabou por derrapar dois anos… mas ao mesmo tempo salvaguardaram a ampliação do complexo até atingir os tais 40GWh!

Quanto à unidade em Salzgitter, que teria uma capacidade de produção de 16GWh, também será revista para os 40GWh por ano, o mesmo irá acontecer às restantes fábricas de produção de baterias previstas para o Velho Continente.

Assim, contas feitas, daqui a 9 anos, o Grupo Volkswagen, espera ter uma produção total de baterias para elétricos superior a 240GWh!

Ora, assim, das 4 unidades que a VW vai dedicar à produção de baterias e células, apenas foi revelada a localização de duas. Localização que irá depender das condições oferecidas por cada país e onde entra o nome de Portugal!

Assim, uma das fábricas de produção de baterias ficará localizada em Espanha, França ou Portugal e a outra será instalada na Europa de Leste!

Fonte: https://www.portal-energia.com/producao-de-baterias/

Campanha de angariação de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos até 15 de Dezembro

resíduos de equipamentos eléctricos

O NERBA junta-se à Mautomotive, que por sua vez se alia à campanha da AIMMAP e da WEEECYCLE, para a angariação de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos. Pela quantidade de REEE recolhida pela WEEECYCLE reverterá um valor monetário para uma Instituição Particular de Solidariedade Social – IPSS.

Se quiser fazer parte desta campanha, pode trazer para o NERBA (Avenida das Cantarias, n.º 140, 5300-107 Bragança), até 15 de dezembro, este tipo de resíduos (computadores, telemóveis, micro-ondas, chaleiras, lâmpadas, monitores, teclados, comandos, consolas, etc…), os quais já não funcionam, não têm reparação, constituindo assim resíduos que não sabemos onde colocar.

Contactar o NERBA 273304630 para agendar a entrega.

Quão mais barato é utilizar um veículo elétrico?

Um dos benefícios mais citados quando se fala em mudar para um Veículo elétrico (VE) é que os custos de utilização são significativamente mais baixos do que os de um veículo com motor de Combustão interna (CI), mas quão mais baratos são realmente? Evidentemente que isso é algo muito difícil de quantificar e para aumentar essa dificuldade, os fornecedores de eletricidade em toda a Europa têm criado promoções lucrativas para atraírem cada vez mais clientes proprietários de VE.

Será que um proprietário típico de um VE economizará dinheiro mudando para uma tarifa VE?

Na Delta-EE acreditamos que essas são duas questões que precisam de alguma atenção. Portanto, neste blog – e em reconhecimento ao Dia Mundial do VE i – quero compartilhar os resultados da última análise da equipa de VE – uma análise profunda dos custos de carregamento de VE em casa por toda a Europa.

Questão 1: Quão mais barato é conduzir um VE do que um veículo CI?

Resposta: 61% mais barato para ser preciso!

European drivers save 832 Euros 756 pounds per year switching to an EV

A partir da análise pan-europeia da Delta-EE, combinando mais de 200 fornecedores de eletricidade doméstica e carregamentos públicos com dados de preços de gasolina, concluímos que:

  • Um proprietário médio de um VE na Europa gasta € 45,09 no carregamento de um VE num mês normal.
  • Destes, € 29,35 é o valor médio que os europeus estão a adicionar às suas contas de eletricidade em casa todos os meses para carregar o VE.
  • Os restantes 15,74 € destinam-se à cobrança pública (de taxas de acesso, taxas de sessão e subscrições).
  • Quando comparado com o gasto médio antecipado com gasolina de 114,45 € por mês, esta seria uma poupança de 69,38 € todos os meses – uma redução de 61%.
  • Tal como indica a imagem acima, isto representa uma economia de € 832,29 ao longo do ano. Essa economia anual pode compensar perfeitamente o custo da instalação de um ponto de carga doméstico. *

Obviamente, muitos cenários dos proprietários de VE não se enquadram nos números indicados em cima (se não tiver estacionamento privado, por exemplo). Contudo, esta análise fornece uma referência útil para perceber a escala de transações que estão a ser feitas e economizadas pelo cliente europeu típico que optou por usar um VE em 2020.

Questão 2: Será que um utilizador típico de VE poupa dinheiro se mudar para um fornecedor com tarifa VE?

Resposta: não necessariamente – verifique as opções.

A análise explorou 64 fornecedores de eletricidade em seis mercados europeus e classificámos o custo de carregamento residencial para cada mercado. A imagem abaixo resume quem obteve o melhor valor em termos de contrato total de energia doméstica para os proprietários de VE hoje em dia.

Nota: nesta parte da análise, incluímos os custos fixos do contrato de eletricidade no topo do custo unitário por kWh para cobrança de VE e excluídos os custos unitários por kWh para outros fins de energia doméstica. Isso faz a comparação mais justa de um fornecedor para o outro.

the best home electricity contracts for EV owners in 2020

As tarifas VE estão a começar a aparecer nos principais mercados europeus, nomeadamente no Reino Unido e na Espanha – essas tarifas foram pensadas com o proprietário de um VE em mente. Algumas dicas importantes:

  • 28% dos nossos fornecedores de eletricidade tinham ofertas de tarifas VE. Nenhum na Holanda ou Noruega, apesar de serem os principais mercados de VE em 2020.
  • As tarifas mais baratas para um proprietário de EV no Reino Unido e na Espanha foram as tarifas de VE (British Gas e Lucera, respetivamente).
  • No entanto, em média, as tarifas VE eram mais caras do que a média de outras tarifas no mercado, para um proprietário de VE com quilometragem média (calculamos em 1.385 km por mês). Apenas na Alemanha uma tarifa VE era consistentemente melhor.
  • As tarifas VE fazem mais sentido do ponto de vista financeiro em toda a Europa para proprietários de alta quilometragem, aqueles que normalmente conduzem de 3.000 a 4.000 km por mês.
  • Algumas tarifas VE são agrupadas com outros produtos ou serviços, portanto, o preço por si só pode não refletir o valor total que se recebe.

Os proprietários de VE devem definitivamente explorar a variedade de promoções disponíveis, mas devem certificar-se que conduzem o suficiente tornar a tarifa VE rentável.

As propostas de VE estão apenas no início.

Sabemos que estamos apenas no início da jornada. Com a adoção de VE, os preços e as propostas irão evoluir cada vez mais. Por enquanto, convidamo-lo a usar estes dados e, por favor, entre em contato se estiver interessado em saber mais.

Um enorme obrigado a Sarah, Mira, Edna, Leo e Jason, nossa equipe de alunos do curso MPhil Engenharia para o Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Cambridge. A equipa apoiou a Delta-EE extensivamente no design do modelo, recolha e análise de dados como parte de uma avaliação em seu curso.

Texto de Andy Bradley (Diretor Delta-EE) traduzido a partir de:

https://energycentral.com/c/ec/how-much-cheaper-it-run-ev-and-should-i-get-ev-tariff?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Energy+%26+Sustainability+Network+%28all+posts%29