Programa Edifícios + Sustentáveis regressa no verão de 2021

Edifícios + Sustentáveis tem dotação sete vezes superior do que no ano passado

A nova edição do programa Edifícios + Sustentáveis regressa no verão de 2021, depois de no ano passado ter sido um sucesso. Serão assim mais 30 milhões de euros para tornar as casas mais eficientes, com recurso a janelas eficientes e painéis solares.

Esta segunda edição do programa Edifícios + Sustentáveis regressa com o apoio de Bruxelas, que dotou o programa com uma capacidade sete vezes superior à primeira edição!

Candidaturas programa Edifícios + Sustentáveis

As novas candidaturas ao programa para as famílias investirem em janelas eficientes e painéis solares estavam previstas para março de 2021, mas apenas deverão avançar no verão! Quem o disse foi João Galamba, Secretário de Estado da Energia.

A primeira edição viu o orçamento de 8,5 milhões de euros esgotados até ao último cêntimo. Inicialmente foram previstos 4,5 milhões até final de 2020 e 4 milhões para início de 2021.

Mas agora os apoios serão bem superiores, cerca de sete vezes superiores, para isso, contamos com o investimento de Bruxelas! Através do Plano de Recuperação e Resiliência, teremos assim um total de 30 milhões de euros para as famílias portuguesas melhorarem a eficiência energética das suas casas!

Financiamento programa eficiência energética

A inclusão deste programa de melhoria da eficiência energética da casa dos portugueses já estava prevista no primeiro Plano de Recuperação e Resiliência dado a conhecer em outubro de 2020, na altura com uma dotação de 620 milhões de euros.

Na altura, João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), tinha dado a conhecer a iniciativa. Sabendo-se agora que cerca de metade, 300 milhões, irão ser destinados a edifícios residenciais, sendo que no verão de 2021 a primeira tranche servirá para apoiar as famílias com cerca de 30 milhões de euros.

A taxa de comparticipação dos investimentos irá manter-se nos 70% nesta segunda edição do Programa Edifícios + Sustentáveis.

Mas agora há que contar com uma verba extraordinária de 5 milhões de euros para quem pretenda instalar painéis fotovoltaicos, baterias ou outros sistemas de armazenamento, desde que cumpra com as novas comunidades de energia que o Governo pretende promover.

Assim, além das famílias, também as Câmaras Municipais podem concorrer, caso tenham comunidades de energia em bairros sociais!

https://www.portal-energia.com/edificios-sustentaveis/

Afinal quanto custa em média carregar um carro elétrico em Portugal?

A pandemia por COVID-19 veio prejudicar bastante as vendas do segmento automóvel. No entanto, no segmento dos elétricos, houve até um ligeiro crescimento. As tendências e as próprias ofertas têm ajudado ao crescimento.

Mas afinal quanto custa em média carregar um carro elétrico na Europa? E em Portugal?

Em 2020, os carros elétricos representavam 10,5% do total de matrículas na Europa, um aumento significativo em relação a 2019, quando representavam apenas 3%. O caminho do segmento automóvel parece ser mesmo elétrico e nos últimos tempos têm sido criadas várias infraestruturas para dar suporte a esta “nova era”.

Quanto custa carregar um carro elétrico em Portugal?

O site electromaps disponibilizou recentemente uma tabela com o preço médio de carregamento de um carro elétrico. logicamente que tal resposta depende da capacidade da bateria. Para o estudo realizado, foi usado um carro elétrico com uma bateria de 60 kWh.(290-380 km de autonomia)

Com esta capacidade (aproximada) temos, por exemplo, um VW ID.3 de 58 kWh ou o Hyundai KAUAI e Kia e-Niro com 64 kWh bateria.

Como se pode ver pela imagem seguinte, o preço médio para carregar na totalidade um veículo elétrico com uma bateria de 60 kWh custa cerca de 13,25 euros. Portugal não é dos países mais caros, pois à frente tem países como a Alemanha (19,02€), Dinamarca (17,71), Espanha (13,99 euros), etc. Mas também há países mais baratos, dentro da mesma “faixa” como França (11,87€), Suécia (11,41 €) e Holanda (8,92€).

Os mais baratos são mesmo a Ucrânia (2,91€), a Sérvia (4,61 €), a Macedónia (4,89 €) entre outros.

Tendo em conta a comparação de 38 países, Portugal aparece quase no final da tabela, como sendo um dos mais caros para se carregar um veículo elétrico.

Esta diferença de preços dos 38 países que compõem a lista deve-se a diversos motivos, como a situação política, a situação energética, a origem da energia, o custo da energia, as condições meteorológicas, os impostos, os salários. Ou mesmo a capacidade de recarregar em casa ou no trabalho, entre outros fatores.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/motores/afinal-quanto-custa-em-media-carregar-um-carro-eletrico-em-portugal/