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Comunicados ERSE

ERSE

Comunicados ERSE

ERSE impõe mudança de imagem e denominação da EDP Serviço Universal para SU Eletricidade

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos aprovou A ERSE aprovou uma nova imagem e denominação para a EDP Serviço Universal, que passa a designar-se SU Eletricidade.
 
A medida visa evitar confusão com as demais marcas do grupo EDP e implica a total distinção dos elementos gráficos, cromáticos, simbológicos e comunicacionais daquele comercializador de último recurso.

Regulamento da proteção de dados

RGPD

O seu Web Site está em conformidade com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) ?

O novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) entra em pleno funcionamento no próximo dia 25 de maio de 2018, sendo aplicável a todas as Empresas/Organizações dos Estados-membros da União Europeia que processam dados pessoais.

 

Assim, também a sua Empresa/Instituição/Associação, no relacionamento com os seus Clientes/Membros/Sócios e com as entidades suas parceiras, está vinculada à observância deste novo Regulamento.

No caso particular da sua página de internet (web Site), se o mesmo possibilita a recolha de dados pessoais dos seus clientes (exemplo página de registo, vendas online, newsletter, formulários para preenchimento de dados, etc), deverá efetuar a revisão das suas políticas, práticas e procedimentos relacionados com os dados pessoais de que é detentor. 

Neste contexto, a Helder Valdez – Software Solutions propõem-se realizar as necessárias adaptações na sua página de internet, entre elas, dar a conhecer a sua nova política de proteção de dados e solicitar consentimento expresso para que possa continuar a utilizar os dados pessoais recebidos através das platafomas digitais.  

Alertamos para o facto de o RGPD exigir a manifestação expressa e inequívoca do consentimento de cada um dos seus Clientes/Membros/Sócios para a utilização já referida, sendo que a ausência do consentimento explícito deverá interditar o estabelecimento de toda e qualquer atividade e interação entre a sua Empresa/Instituição/Associação e os seus Clientes/Membros/Sócios.

 

A Helder Valdez – Software Solutions coloca assim à disposição dos seus clientes o serviço de consultoria para conformidade com o Regulamento Geral de Proteção de Dados.

Caso tenha interesse, estamos ao seu dispor para qualquer esclarecimento através dos contactos habituais.

Melhorar a eficiência energética

edp

Mais de 200 casas vão testar solução que visa melhorar a eficiência energética

Mais de 200 casas vão testar solução que visa melhorar a eficiência energética

Investigadores do Porto e a EDP testam a partir do próximo mês em 214 casas de Alcochete, Caldas da Rainha, Évora e Mafra uma solução que visa auxiliar os consumidores a “melhorarem a eficiência energética” dos seus eletrodomésticos.

David Rua, um dos investigadores do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) envolvidos no projeto, disse hoje à Lusa que a solução vai ser testada, a partir de junho, nas casas de 100 clientes de Alcochete, 60 das Caldas da Rainha, 40 de Valverde, em Évora, e 14 de Mafra.

Já em outubro do ano passado, a EDP Distribuição anunciava que os “clientes interessados” deveriam inscrever-se, sendo que, após uma seleção, poderiam ver nas suas casas “sem quaisquer custos” eletrodomésticos inteligentes, não só durante a fase de teste, “mas também depois da fase de demonstração”.


Com o objetivo de “otimizar os equipamentos existentes no ambiente doméstico” tendo em vista a redução dos consumos de energia e, consequentemente, do valor das faturas de eletricidade, esta solução foi desenvolvida no âmbito do projeto europeu Integrid, aprovado pela Comissão Europeia e financiado em cerca de 15 milhões de euros, dos quais 5,7 milhões são destinados a Portugal.

Segundo o investigador, a tecnologia, “semelhante a uma pequena ‘box'”, é ligada à rede doméstica (‘wi-fi’) e permite a supervisão dos consumos diários, semanais, mensais ou anuais de cada eletrodoméstico através de uma aplicação móvel, também desenvolvida como parte integrante da solução.


Apesar do equipamento ser desenhado à medida de “eletrodomésticos inteligentes”, não deixa de parte os “convencionais”, isto porque permite que seja o consumidor a “dizer” à aplicação quais são os eletrodomésticos que tem em casa, tais como máquinas de lavar a roupa, painéis solares ou frigoríficos.

Além de inserir informação sobre os equipamentos, o consumidor tem também de avisar a plataforma de quais são os “seus horários”, isto é, de quando está a trabalhar ou está em casa, de modo a que seja programada a melhor hora para ativar os dispositivos, como por exemplo, a “hora dos banhos”.

“Usando toda a panóplia de equipamentos em casa, o que a plataforma faz é procurar o ponto ótimo”, afirmou o investigador, adiantando que se a “casa não for inteligente” o sistema está programado para enviar uma mensagem automática ao consumidor a dizer “qual a melhor altura do dia para ligar o dispositivo”.

A partir daí, a plataforma vai “definir automaticamente” os consumos de cada eletrodoméstico e fazer “uma previsão” para o dia seguinte, podendo esta previsão ser alterada pelo consumidor ou até interrompida, por exemplo, caso se ausente de casa por um período mais prolongado.

“Com toda esta informação é de facto possível que a plataforma calcule os gastos e o consumidor possa medir o comportamento final, ou seja, verificar o histórico e ver se realmente conseguiu reduzir o custo face aos dias anteriores”, concluiu.

A solução Integrid está hoje, a par de outras tecnologias, numa mostra tecnológica do INESC TEC que, para assinalar o Dia Nacional da Energia, que hoje se celebra, organizou uma sessão sobre “Sistemas de energia com 100% de energia elétrica proveniente de fontes renováveis”.

Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/mais-de-200-casas-vao-testar-solucao-que-visa-melhorar-a-eficiencia-energetica

Contadores inteligentes

contador inteligente

Contadores inteligentes vão acabar com as estimativas na conta da luztexto do seu título

Quanto paga afinal pelo consumo de energia em sua casa a cada mês? Esta é atualmente uma pergunta com uma resposta um pouco incerta, mas em breve tudo irá mudar. A ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos aprovou recentemente o Regulamento dos Serviços de Redes Inteligentes de Distribuição de Energia Elétrica que enquadra a prestação dos serviços no âmbito das redes inteligentes por operadores de rede e comercializadores.

As medidas entrarão gradualmente em vigor, mas a ERSE já definiu que a partir de 2021, os sistemas inteligentes devem passar a uma nova fase com os serviços completos das redes inteligentes.

O que é um contador inteligente (ou smart meter)?

Um contador inteligente (ou smart meter) é um contador que regista a eletricidade consumida em pequenos intervalos de tempo, tipicamente uma hora podendo chegar a 15 minutos. Se o contador inteligente estiver em telecontagem (ou telegestão) garante um conjunto de benefícios ao cliente, como o >envio automático de leituras ou a faturação do consumo de eletricidade sem estimativas.

contadores inteligentes

Qual a vantagem de ter um contador inteligente?

As funcionalidades das redes inteligentes possibilitam fazer leituras à distância (sem recurso a funcionários dos operadores das redes ou do cliente), assim como realizar outras operações à distância como a alteração da potência contratada. Com as redes inteligentes, os consumidores de eletricidade poderão vir a beneficiar de serviços como:

  • Leituras automáticas:deixa de ser necessário recolher ou dar leituras, uma vez que estas chegam ao distribuidor de eletricidade de forma automática, enviadas pelo próprio contador
  • Faturas sem estimativas:com a comunicação automática de leituras deixa de ser faturado com base em estimativas. Pagará apenas o que consumiu durante o período de faturação
  • Operações remotas:o contador inteligente permite também a realização de operações remotas de rede, deixando de ser necessária a deslocação física de um técnico sempre que quiser alterar a sua potência ou tarifa
  • Despiste de avarias mais eficaz:os contadores inteligentes permitem um despiste mais eficaz de avarias e a resolução remota de problemas técnicos
  • Maior controlo sobre os seus consumos:os contadores inteligentes registam informação de consumo de eletricidade em períodos de curta duração. Assim, se autorizar o tratamento dos seus dados de consumo, poderemos dar-lhe informação pormenorizada sobre o seu perfil, ajudando-o a tomar decisões mais eficientes, por exemplo, quais os horários de maior consumo e qual o melhor tarifário para o tipo de consumo que faz.

Também o sistema elétrico, em geral, beneficiará com a otimização dos investimentos necessários nos pontos efetivamente críticos, a partir da informação disponível sobre a utilização da rede em cada momento.

A introdução das novas regras será gradual

Os operadores da rede de distribuição em BT terão um incentivo baseado na partilha de benefícios explícitos para os consumidores, gerados pelos serviços das redes inteligentes. Apenas os operadores de redes que proporcionem aos consumidores os serviços definidos terão o incentivo ainda a definir. A introdução das novas regras será gradual, havendo uma fase inicial de implementação, transitória, que se estende até 31 de dezembro de 2020.

A telecontagem é uma forma digital de contagem do consumo de energia assente em contadores inteligentes (smart meters) e numa infraestrutura tecnológica que permite uma comunicação automática entre os contadores e o operador de rede de distribuição. Com um contador em telecontagem, deixa de ter que dar leituras todos os meses, é faturado de acordo com o seu consumo real e pode alterar a sua potência ou tarifa sem necessidade de deslocação do técnico ao local de consumo.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/informacao/contadores-inteligentes-estimativas-conta-da-luz/

UE com metas ambiciosas ao nível da eficiência energética

painéis solares

Portugal quer que energia renovável aumente mais de 50% até 2030

.A associação ambientalista Zero diz que se trata de uma meta “ambiciosa”, mas necessária para reduzir a dependência energética do país e a emissão de gases com efeito de estufa.

 O Plano Nacional Integrado de Energia e Clima 2021-2030, que define as metas nacionais para energia e clima até 2030, é apresentado esta segunda-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Em declarações à TSF, a associação ambientalista Zero mostra-se satisfeita com o aumento de mais de 50% da energia final renovável até 2030 – passando do valor previsto de 31% em 2020 para 47% em 2030.

A Zero fala num “objetivo ambicioso”, mas que “é fundamental para reduzir a dependência energética do país em relação ao exterior, e principalmente, para assegurar a redução de emissões de gases com efeito de estufa em linha com o objetivo de atingir a neutralidade carbónica em 2050”.

A associação ambientalista deixa, no entanto, um alerta quanto à posta na energia solar, que precisa de crescer nos próximos anos.

“Espera-se que a aposta na energia solar para a produção de eletricidade descrita no plano contrarie o decréscimo de 3,8% da produção fotovoltaica que se verificou entre 2017 e 2018, onde representou apenas 1,6% do total da eletricidade consumida”, diz a Zero.

A associação lamenta ainda que os planos e programas de promoção da eficiência energética estejam “longe de alcançarem os objetivos esperados para 2020” e aponta como uma das principais prioridades o isolamento térmico mais eficiente das habitações.

Objetivo é alcançar melhorias de 32,5% na eficiência energética e na poupança de energia em toda a União Europeia. Bloco europeu pretende atingir esta meta até 2030.

Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, melhorar a segurança energética, reduzir custos a famílias e empresas, reduzir a pobreza energética e fomentar o crescimento e o emprego. São estes os objetivos que estão por detrás da meta definida na mais recente legislação europeia sobre eficiência energética e que visa alcançar, pelo menos, 32,5% de melhorias e de poupança em todo o bloco até 2030.

 A legislação foi aprovada no verão passado e prevê que os Estados-membros façam poupanças de energia de 0,8% ao ano.

No dossiê da pobreza energética, o Parlamento Europeu fez ainda questão de marcar uma posição: os países devem ter em atenção a necessidade de atenuar a pobreza energética quando pensam nas políticas destinadas a realizar poupanças de energia. A justificação é de que os agregados familiares mais pobres vivem, regra geral, em casas pouco eficientes ao nível da energia, mas não dispõem de recursos que permitam melhorar essa eficiência.

Além disso, está prevista uma maior rigidez no que diz respeito à contagem e à faturação de energia para garantir que esteja baseada no consumo real dos consumidores e que até 2027 todos os contadores de energia possam ser lidos à distância.

Até outubro de 2020, estas medidas devem estar em prática nas legislações nacionais dos Estados-membros da União Europeia.

Fonte: https://www.tsf.pt/sociedade/ambiente/interior/portugal-quer-que-energia-renovavel-aumente-mais-de-50-ate-2030-10497251.html               https://www.tsf.pt/especiais/europeias-2019/interior/ue-com-metas-ambiciosas-ao-nivel-da-eficiencia-energetica-10673077.html

energia reutilizável

Painéis solares térmicos

painéis solares em fachadas de edifícios

Empresa portuguesa quer pôr painéis solares térmicos nas fachadas de edifícios

.O Senergy Force, desenvolvido pela AT Solar em parceria com a Universidade de Aveiro, permite poupanças de energia na ordem dos 90%.

Quando a Tesla anunciou, em 2017, que ia apostar em telhados solares meio mundo rejubilou com a novidade. Em Portugal, não é preciso esperar que o produto cá chegue para conseguir uma solução semelhante. É que, uns meses depois do anúncio de Elon Musk, nasceu a AT Solar, uma empresa de Viseu que aposta na tecnologia para criar projetos sustentáveis. E o seu primeiro produto acaba de ser lançado: o Senergy Force. Apresentado na Tektónica, a Feira Internacional da Construção e Obras Públicas que se realizou em Lisboa no início de março, o Senergy Force tem algumas diferenças em relação ao produto da Tesla. A tecnologia portuguesa, de painéis solares térmicos em fachadas e coberturas de edifícios, não gera energia elétrica, apostando antes no aquecimento de água, e ainda na ventilação e climatização.

A solução, desenvolvida em parceria com a Universidade de Aveiro, permite uma poupança de energia na ordem dos 90%, como explica Augusto Teixeira, chefe de operações da AT Solar e mentor do projeto. “Esta solução consegue uma autonomia em climatização na ordem dos 90%, sendo que o investimento representa, em média, apenas 3% do total da construção de uma casa, com retorno estimado ao fim de 6 anos.” A solução Senergy Force ganha relevância também numa altura em que a legislação europeia vai obrigar os edifícios, a partir de 2021, a ter um balanço energético nulo. Por isso, o diretor-geral, António Palhinhas, acredita que o produto vai ter bastante sucesso no mercado e até alterar “o paradigma mundial da construção, energia e climatização”, indica em comunicado. “As fachadas produzidas pela AT Solar já estão a ser comercializadas em Portugal e na Europa e prevemos que numa janela de cinco anos o Senergy Force esteja a ser comercializado em grande escala, em quantidades na ordem de 13 mil unidades ao ano, gerando resultados de cerca de seis milhões de euros anuais”, acrescenta. Notícia atualizada às 17:42 com a correção do nome da tecnologia e a introdução de dados mais precisos.

Fonte: https://www.dinheirovivo.pt/fazedores/empresa-portuguesa-quer-por-paineis-solares-termicos-nas-fachadas-de-edificios/

 

Simulador Energia ERSE

Simulador de energia

Novo simulador ajuda a saber se tem potência a mais em casa

A ERSE lançou um novo simulador que permite aos consumidores escolherem a potência de eletricidade mais adequada ao seu consumo. Baixar a potência permite poupar a partir de 22 euros por ano.

 

 O IVA da eletricidade vai descer de 23% para 6%, mas apenas nos contratos com uma potência contratada de 3,45 kVa. O ministro do Ambiente já exortou as famílias portuguesas a “contratar uma potência mais baixa para usufruírem do desconto no IVA”, a partir de 1 de julho, mas poucos responderam à chamada de João Matos Fernandes.

A questão que se coloca é saber se 3,45 kVa de potência são suficientes para o seu dia-a-dia, evitando “um apagão em casa”? Para ajudar na hora de decidir, a ERSE disponibiliza a partir desta quarta-feira um novo simulador de potência contratada. Mesmo que não consiga “manter as luzes acesas” com a potência usada pelo ministro do ambiente, a nova ferramenta do regulador do setor energético permite saber se a que usa não é excessiva. Se for, e optar por baixar, pode beneficiar de poupanças superiores a 22 euros por ano.

 A potência contratada escolhida pelos consumidores no momento de celebrar um contrato de eletricidade representa um custo fixo na fatura mensal, que varia consoante o escalão contratado e que pode ir dos 1,15 kVA a 41,4 kVA. Quanto maior o escalão, mais equipamentos e de maior consumo podem ser ligados simultaneamente, mas o preço cobrado também é mais elevado.

 Aquilo que o novo simulador da ERSE vem fazer é ajudar os consumidores com potências contratadas até 10,35 kVA (há sete escalões) a perceberem se as que escolheram são adequadas ao seu perfil de consumo ou se é possível optar por uma potência mais baixa, com um custo associado mais barato.

Na apresentação da nova ferramenta que decorreu nesta terça-feira, Cristina Portugal, presidente da ERSE, salientou que a criação de simuladores como este “permitem ao consumidor exercer melhor o seus direitos” e são uma “ajuda para as suas escolhas”

“Se o consumidor conseguir baixar um escalão na sua potência contratada, poderá conseguir uma poupança de pelo menos 22 euros por ano“, diz a Cristina Portugal, acrescentando que essa poupança ainda poderá ser maior caso reduza a potência contratada até 3,45 kVA, beneficiando da diminuição da taxa de IVA de 23% para 6% a partir do dia 1 de julho. De acordo com a ERSE, os escalões de potência mais frequentes são precisamente os de 3,45 kVA, abrangendo 45% dos consumidores (2,8 milhões), seguindo-se a potência de 6,9 kVA com 25% de quota (1,6 milhões de consumidores).

Como funciona esse novo simulador?

O primeiro passo que o consumidor tem de fazer é identificar os equipamentos elétricos que usa simultaneamente. Como ponto de partida, o simulador apresenta cinco exemplos de utilização correspondentes a cinco escalões de potência contratados diferentes, que vão de 3,45 kVA a 10,35 kVA.

Posteriormente, poderá adaptar os exemplos ao seu caso concreto, adicionando ou excluindo equipamentos, assim como editar a quantidade e a potência de cada um.

Se nenhum dos exemplos predefinidos for próximo da situação específica do consumidor, este pode optar pelo caso “personalizado” e começar com uma lista vazia de equipamentos.

Tendo escolhido entre um dos cinco exemplos predefinidos ou o caso “personalizado”, segue-se a escolha dos equipamentos elétricos, os quais estão organizados por sete categorias: cozinha, lavagem e secagem, sala e escritório, iluminação, mobilidade elétrica, outros.

Em cada categoria pode adicionar ou eliminar equipamentos. Pode ainda definir a quantidade de cada equipamento ou alterar o respetivo valor de potência. Por defeito, os equipamentos da lista têm sempre um valor de potência predefinido.

Após a introdução de todos esses dados, são apresentados os resultados da simulação. Nesta constam o escalão de potência contratada recomendado, a potência do conjunto dos equipamentos usados ao mesmo tempo, o peso da potência dos equipamentos na categoria e a potência dos principais equipamentos usados ao mesmo tempo.

Além do escalão de potência recomendado, o simulador quantifica ainda o impacto na fatura se o consumidor decidir aumentar ou baixar o escalão de potência contratada.

De salientar que a mudança de escalão da potência contratada é gratuita, sendo para tal apenas necessário contactar o comercializador que posteriormente se encarrega de fazer essa alteração.

Fonte: https://eco.sapo.pt/2019/05/29/novo-simulador-ajuda-a-saber-se-tem-potencia-a-mais-em-casa/

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